Gestão de Riscos


Videoaulas e Apresentações

Disciplina Gestão de Riscos – Conceitos Fundamentais ISO 31000 – Aula 1

[embedyt]https://www.youtube.com/watch?v=BRKGhrzgSlc[/embedyt]

Primeira aula da disciplina Gestão de Riscos, elaborada para capacitar os militares do CBMDF a respeito dos conceitos fundamentais presentes na NBR ISO 31000. Competências a serem desenvolvidas

  1. Compreender os conceitos relacionados à Gestão de Riscos e suas implicações no CBMDF;
  2. Reconhecer a importância da Gestão de Riscos no processo de tomada de decisão organizacional na gestão pública;
  3. Identificar e aplicar os conceitos estudados na estrutura e na prática corporativa do CBMDF;
  4. Utilizar as diretrizes da ISO 31000:2018 de forma personalizada ao contexto da Corporação para o gerenciamento de riscos institucionais;
  5. Atuar levando em consideração o interesse público.

Disciplina Gestão de Riscos – Escopo, contexto e critérios – Aula 2

[embedyt]https://www.youtube.com/watch?v=mVmtG78G05k[/embedyt]

Vídeo produzido para auxiliar os subcomitês de gestão de riscos, dos diversos setores da Corporação, durante o desenvolvimento da fase de escopo, contexto e critério. Espera-se que sejam atendidos os seguintes objetivos específicos:

  1. Compreender como personalizar o processo de gestão de riscos dentro do setor de implantação no CBMDF;
  2. Possibilitar um processo de avaliação de riscos eficaz e um tratamento de riscos apropriado durante a implantação setorial no CBMDF;
  3. Definir corretamente o escopo do processo de gestão de riscos do setor onde será implementada a gestão de riscos;
  4. Compreender os contextos externo e interno, o ambiente no qual o setor procura definir e alcançar seus objetivos; e
  5. Atuar levando em consideração o interesse público.

Disciplina Gestão de Riscos – Identificação, análise e avaliação – Aula 3

[embedyt]https://www.youtube.com/watch?v=hZ05cdHkp6g[/embedyt]

Este vídeo foi produzido para auxiliar os subcomitês de gestão de riscos, dos diversos setores da Corporação, durante o desenvolvimento do processo de avaliação de riscos que compreende as fases de identificação, análise e avaliação. Espera-se que sejam atendidos os seguintes objetivos específicos:

  1. Conduzir o processo de avaliação de riscos de forma sistemática, iterativa e colaborativa no setor de implantação no CBMDF;
  2. Considerar o conhecimento e os pontos de vista das partes interessadas durante a implantação setorial no CBMDF;
  3. Utilizar a melhor informação disponível, complementada por investigação adicional, quando necessário, durante a implantação setorial no CBMDF;
  4. Encontrar, reconhecer, analisar e avaliar os riscos que possam ajudar ou impedir que o setor alcance seus objetivos; e
  5. Atuar levando em consideração o interesse público.

Disciplina Gestão de Riscos – Tratamento – Aula 4

[embedyt]https://www.youtube.com/watch?v=xtj4UrUgxco[/embedyt]

Este vídeo foi produzido para auxiliar os subcomitês de gestão de riscos dos diversos setores da Corporação, durante o desenvolvimento do processo de tratamento dos riscos que precede a construção do Plano de Implantação das Ações de Controle. Espera-se que sejam atendidos os seguintes objetivos específicos:

  1. Formular e selecionar opções para tratamento dos riscos no respectivo setor de implantação no CBMDF;
  2. Planejar e implementar o tratamento do risco na setorial do CBMDF;
  3. Avaliar a eficácia deste tratamento durante a implementação das ações de controle na setorial no CBMDF;
  4. Decidir se o risco remanescente é aceitável; e
  5. Realizar tratamento adicional caso o risco remanescente não seja aceitável.

Disciplina Gestão de Riscos – Plano de Implantação das Ações de Controle – Aula 5

[embedyt]https://www.youtube.com/watch?v=3rIPJBAslnc[/embedyt]

Este vídeo foi produzido para auxiliar os subcomitês de gestão de riscos, dos diversos setores da Corporação, durante a construção do Plano de Implantação das ações de Controle. Espera-se que sejam atendidos os seguintes objetivos específicos:

  1. Especificar como as opções de tratamento escolhidas serão implementadas;
  2. Possibilitar que arranjos sejam compreendidos pelos envolvidos;
  3. Prover elementos para que progresso em relação ao plano possa ser monitorado;
  4. Construir o plano de tratamento de forma que este identifique claramente a ordem em que o tratamento de riscos será implementado; e
  5. Construir o plano de tratamento possibilitando a integração aos planos e processos de gestão da organização.